Ultrassom Morfológico do 1º Trimestre em Águas Claras, DF
Realizado entre a 12ª e a 14ª semana, é um dos exames mais completos do pré-natal. Além de uma avaliação detalhada da anatomia fetal, os marcadores para cromossomopatias também são analisados.
Cálculo de risco pela Fetal Medicine Foundation
O doppler das artérias uterinas, associado à pressão arterial média, possibilita calcular o risco de pré-eclâmpsia. O colo do útero é avaliado pela via transvaginal. Ao final do exame, é feito o cálculo de risco pelo software da Fetal Medicine Foundation (FMF), a mesma entidade que certifica a formação da Dra. Camila em Medicina Fetal e emite o certificado de competência para esse exame específico.
Por que esse exame concentra tanta informação
É o momento em que dá pra rastrear, ao mesmo tempo, alterações cromossômicas, malformações estruturais visíveis já nessa fase e o risco futuro de pré-eclâmpsia, três informações que, juntas, orientam todo o resto do acompanhamento da gestação.
Quando o risco calculado vem aumentado
Um resultado de risco aumentado não é um diagnóstico fechado, é um sinal de que vale a pena investigar mais a fundo. Dependendo do caso, isso pode significar encaminhamento para aconselhamento genético, testes não invasivos de triagem (como o NIPT) ou exames diagnósticos mais específicos, como a amniocentese. A decisão sobre os próximos passos é sempre conversada com calma durante o pré-natal.
Perguntas frequentes
Quando é feito o ultrassom morfológico do 1º trimestre?+
Entre a 12ª e a 14ª semana de gestação.
O que esse exame calcula?+
O doppler das artérias uterinas, associado à pressão arterial média, possibilita calcular o risco de pré-eclâmpsia. Ao final do exame, também é feito o cálculo de risco pelo software da Fetal Medicine Foundation (FMF).
Por que esse exame concentra tanta informação?+
Porque rastreia ao mesmo tempo alterações cromossômicas, malformações estruturais já visíveis nessa fase e o risco futuro de pré-eclâmpsia, três informações que orientam todo o resto do acompanhamento da gestação.
Um risco aumentado significa que o bebê tem alguma alteração?+
Não necessariamente. É um sinal de que vale investigar mais a fundo, o que pode incluir aconselhamento genético, testes de triagem não invasivos (como o NIPT) ou exames diagnósticos mais específicos, sempre conversado caso a caso.

